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segunda-feira, 9 de maio de 2011

O texto é um pouco extenso mais vale a pena ler, é incrível.

A "MENTE" INCRÍVEL DAS PLANTAS


A ciência caracteriza como antropopatia a atribuição dos sentimentos humanos à Divindade ou a outros seres da natureza. Em estudo feito por PETER TOMPKIS e CHRISTOPHER BIRD, "A Vida Secreta das Plantas", eles fazem uma revelação incrível, sobre o poder mental dos vegetais, dizendo que: "através até mesmo de uma parede, elas podem perceber que vidas estão sendo agredidas, além de terem o poder de saber o que está passando na mente humana". Em 1966, CLEVE BACKSTER, teve a idéia de fazer experiências com uma folha de dracena, espécie utilizada como planta ornamental. Backster naquela época era o maior especialista em detecção de mentiras, com eletrodos usados em seus trabalhos, ele rompeu a barreira da ciência materialista que preferia descartar o estudo que ia além da sua limitada descrição da realidade.
Backster que era um curioso, revolucionaria o pensamento do mundo em relação às plantas. Ele imaginava que elas tivessem alguma reação a ameaças físicas, mas ele acabou se surpreendendo quando só de ter a idéia de queima-la, causou grandes saltos nos gráficos traçados pelo aparelho. Mas adiante o mesmo fato foi registrado quando ele se aproximou com a intenção de queima-la com um fósforo na mão. A planta parecia saber quando eram ameaças reais ou quando ele estava "blefando"... Backester por acaso abriu uma nova porta para um estudo sem evidência e ignorado por todos.

Pesquisas realizadas hoje no Brasil, estão comprovando, e fazendo revoluções na visão da ciência, que provavelmente fará com que a humanidade tenha um convívio mais harmonioso com a natureza. O jornal Nature Biotechnology, traz uma informação muito interessante a respeito das folhas de fumo. Segundo o pesquisador DOMINIQUE VAN DER STRAETEN e sua equipe, as folhas quando são infectadas por vírus, entram em estado de febre, chegando a um aumento de até 0,4 graus Celsius, isto oito horas após o efeito dos vírus se manifestarem. Segundo ele é um processo parecido com o do corpo humano. Um brasileiro, mestre em eletrônica e engenheiro pela Universidade de Nova York e um dos fundadores da Faculdade de Engenharia Industrial, de São Bernardo do Campo, SP, ARLINDO TONDIN, baseado em tais descobertas, resolveu fazer uma investigação parecida com a de Backester.
Tondin desconfiava que o transporte da seiva da raiz até as folhas, estava ligado a um fenômeno elétrico. Para comprovar isto, ele fixou eletrodos próximo à raiz e num dos galhos de um limoeiro, após esta experiência ele verificou que havia uma diferença de potencial elétrico entre os dois pontos. Para confirmar, ligou uma pilha aos eletrodos intensificando a corrente elétrica na região, o resultado foi os frutos ficaram maiores e amadureceram mais rápido, comprovando o esperado. Mas Tondin não parou por aí, a próxima experiência seria descobrir como as plantas reagiriam a agressões externas e como isso alteraria a corrente elétrica.Usando um osciloscópio de raios catódicos de alta sensibilidade, ele começou a queima-la. O resultado foi fantástico. Tondin começou até a questionar se teria o direito de estar agredindo o vegetal e a natureza, foi quando ele resolveu interromper a pesquisa. A planta teve uma reação tão rápida que a imagem na tela do computador que estava estacionária começou a oscilar e apresentar intensas variações. Com isso o engenheiro comprovou o que Backster disse em seus estudos, relatados em a "Vida Secreta das Plantas".

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